Pedagogia

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Apresentado por Maria Rosângela Pereira de Assis


COMO UTILIZAR METODOLOGIA ESPECÍFICA PARA TRABALHAR COM A ORTOGRAFIA E A ANÁLISE DO DISCURSO

O que é ortografia

A palavra ortografia deriva das palavras gregas ortho que significa correto e graphos que significa escrita, portanto, ortografia é a parte da gramática normativa que ensina a escrever corretamente as palavras da língua culta, através do conjunto de símbolos (letras e sinais diacríticos – Sinal gráfico que coloca sob/sobre/através de uma letra (consoante ou vogal) para mudar o seu som.), a forma como devem ser usados, a pontuação, o uso de maiúsculas, etc.
A ortografia se caracteriza por estabelecer padrões para a forma escrita das palavras. Essa escrita está relacionada tanto a critérios etimológicos (ligados à origem das palavras) quanto fonológicos (ligados aos fonemas representados). A melhor maneira de treinar a ortografia é ler, escrever e consultar o dicionário sempre que houver dúvida.
Importante também é ressaltar que a ortografia é concebida como fruto de acordos ortográficos envolvendo países em que a língua portuguesa representa o idioma oficial. Assim, o primeiro desses acordos foi aprovado em 1931, contudo considerado sem êxito, haja vista que o objetivo era promover a unificação dos dois sistemas ortográficos. Subsequentes a este houve o de 1943, 1945, 1971 no Brasil e 1973 em Portugal, e o de 1975, embora não tenha sido oficialmente aprovado por razões de ordem política. Em meio a tantas incoerências, aconteceu em 1986, no Rio de Janeiro, um encontro de todos os representantes dos países lusófonos, ficando estabelecido o Novo Acordo Ortográfico de 1986, também inviabilizado.
O último deles, em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2009, legitimou outra reforma ortográfica, estabelecendo mudanças em diferentes aspectos, uma delas foi à junção das letras “K”, “W” e “Y” ao alfabeto português oficial.
Em uma sala de aula é necessário que o professor tenha trabalhado o conhecimento prévio com seus alunos e que os mesmos internalizem as regras ortográficas  e os princípios de escrita convencional, assim como, o professor deve apresentar propostas para que o aluno possa compreender a ortografia. Portanto, espera-se que os alunos sejam capazes de:
1.      Utilizar a linguagem nas diferentes situações de comunicação;
2.      Identificar as necessidades colocadas pelas situações de ensino e aprendizagem;
3.      Reconhecer a existência de arbitrariedades em relação à convenção das normas ortográficas;
4.      Refletir sobre as principais mudanças em relação à reforma ortográfica;
5.      Ter claras as razões que justificaram a nova reforma da Ortografia em Língua Portuguesa (razões políticas, culturais).

Ao nos depararmos com os erros ortográficos dos alunos, sempre procuramos uma fórmula mágica para que eles tenham uma aprendizagem rápida e eficiente. Porém, sabemos que essa mágica não existe e que o melhor processo para o aluno adquirir habilidade ortográfica é através do conjunto de regras (existentes para algumas palavras) que internalizamos em nosso sistema de representação gráfica e o mecanismo de memorização, através de exercícios e exposição das palavras.

Veja a história abaixo:

"Conta-se que um menino pobre, criado num contexto pobre, foi para a escola e com freqüência dizia 'cabeu' no correr de suas conversas. A professora preocupada o corrigia dizendo: 'não é cabeu, é coube! ' O menino repetia 'coube', mas logo em seguida se distraía e vinha novamente com 'cabeu'. Após certo número de tentativas infrutíferas para corrigir o aluno, a professora o chamou, entregou uma folha de papel e disse: 'Agora vamos ver se você aprende de uma vez por todas. Enquanto os outros vão para o recreio, você fica em sala e escreve cem vezes coube nesta folha'. O aluno muito contrariado começou a escrever. Após certo tempo, havia preenchido a página toda com coube, coube, coube... Entregou para a professora e essa, desconfiada, contou quantas vezes o aluno havia escrito. Foram apenas 98. Reclamou, então: 'Eu não mandei você escrever 100 vezes? Você está querendo me enganar? Aqui só tem 98.' O aluno, na maior simplicidade se justificou; 'É que não cabeu na folha, professora'." (MORETTO, 2001, p. 69)

Veja que, apenas o processo de visualização e memorização das palavras não é suficiente para que os alunos consigam adquirir uma boa ortografia, também é necessário ensinar as regras que regem e regulam a escrita em seu idioma.
Por isso é necessário que os alunos compreendam que o dicionário é uma fonte contínua de pesquisa ortográfica, pois mesmo depois de adultos letrados as dúvidas são passíveis de surgir. Devemos estimular o uso do dicionário como material de consulta. O aluno poderá tirar suas dúvidas ortográficas de uma forma mais autônoma.
O professor deve propor atividades como:

·        Conversar com os alunos sobre o caráter convencional do nosso sistema ortográfico, ou seja, da norma culta, e faça-os refletirem sobre as semelhanças e diferenças entre a fala e a escrita. 
É nesse diálogo sobre o estudo das relações entre o "como se fala" e o "como se escreve" que o aluno percebe as diferenças entre os dois códigos e compreende as convenções do registro escrito.
·        Pedir, antecipadamente, para que os alunos levem para a sala de aula, gibis do Maurício de Souza. Permita que façam grupos e se divirtam com a leitura. Enfatize a simpatia e modéstia do personagem Chico Bento. Conversar com os alunos sobre a “fala errada” do personagem, ressaltar com os alunos que nas falas do Chico há muitos registros da linguagem oral e regional (observar marcas da região rural).
·        Escolher uma HQ de Chico Bento e reproduza-a para os alunos. Se possível, passe-a em forma de slide (data show) ou ainda, em lâmina colorida para ser usada em retroprojetor.
Ler a história e pedir que ao detectarem os erros ortográficos falem para a turma.
·        Anotar no quadro as palavras erradas que aparecerem.
Ao terminar, voltar ao quadro e trabalhar a escrita correta dessas palavras.

http://www.monica.com.br/comics/tirinhas/tira121.htm    (Acesso feito dia 28/09/2009)




·        Trabalhe a produção de texto com os alunos e aproveite esse momento para verificar a ortografia deles.
·        Peça que troquem os textos entre si. Cada colega lerá o texto do outro e marcará a palavra/sílaba que considera estar errada. Finda a leitura e as marcações, eles conversarão sobre as marcas e sugerirão as escritas corretas. Peça que registrem abaixo do texto ou no verso da folha as palavras corretas. Proponha a reescrita dos textos por seus autores.
·        Apresentar textos e solicitar que os alunos reescrevam (os textos) em uma linguagem formal, com a finalidade de identificar os erros ortográficos.

Como por exemplo, os textos abaixo:






Trabalho apresentado por  Janaína Araújo Andrade


Explique com base em teorias estudadas por VOCÊ que prática de reflexão sobre a língua oral (Ouvir/ falar) e escrita (Leitura/ escrita) deve possuir um professor da Educação Infantil e Educação dos Anos Iniciais. 


R/ o desenvolvimento da linguagem oral

A criança se utiliza desde de cedo da linguagem oral para se comunicar. Mesmo antes de falar a criança já são capazes de utilizar a linguagem oral para pedir o que deseja, expressar seus sentimentos, perguntar e explorar o mundo a sua volta. o Referencial Curricular Nacional (1997, p. 49) atesta que “a capacidade de uso da língua oral que as crianças possuem ao ingressar na escola foi adquirida no espaço privado comunicativos informais, coloquiais, familiares”. Neste sentido, o desenvolvimento da fala se dá na prática viva da língua, no diálogo, no ouvir o interlocutor. Devese, por tanto, atribuir intenção comunicativa à fala da criança, ter atenção e dar continuidade a ela.
De acordo com o Referencial Curricular Nacional,
uma das tarefas da educação infantil é ampliar, integrar e ser continente da fala das crianças em contextos comunicativos para que ela se torne competente como falante. Isso significa que o professor deve ampliar as condições da criança de manterse no próprio texto falado. Para tanto, deve escutar a fala da criança, deixandose envolver por ela, ressignificandoa e resgatandoa sempre que necessário (1998, vol. 3, p. 135).
Música ´
Na educação infantil a música tem um papel importantíssimo no que se refere a linguagem oral, no entanto é necessário que a criança tenha esse contato com a música explorando-a das mais variadas formas.
Quando o professor trabalha a música com as crianças, estar estimulando a sensibilidade, mas também estar trabalhando também o texto oral, o vocabulário, a pronúncia das palavras. Por isso a importância de selecionar a música, sempre com a preocupação de uma boa letra, melodia, harmonia, ritmo e que sejam de fácil acesso para que possam favorecer o trabalho. Em conformidade com Kaufman:
O ritmo, a entonação e a musicalidade das palavras funcionam como reais possibilidades de despertar a criança para a comunicação, proporcionandolhe sorrisos e gargalhadas, além de garantir o contato com a oralidade de uma forma lúdica e descontraída (1995).   

Roda de conversa
            A roda de conversa, que deve ser uma estratégia rotineira nas classes de Educação infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental, nem sempre tem o merecido destaque no planejamento do professor. Na roda o professor consegue dispor várias situações de trabalho com a oralidade. A participação na roda permite que as crianças aprendam a olhar e a ouvir os colegas, trocando experiências e aprendendo as atitudes corretas de ouvinte e de falante.
a roda de conversa é o momento privilegiado de diálogo e intercâmbio de idéias. Por meio desse exercício cotidiano as crianças podem ampliar suas capacidades comunicativas, como a fluência para falar, perguntar, expor suas idéias, dúvidas e descobertas, ampliar seu vocabulário e aprender a valorizar o grupo como instância de troca e aprendizagem (o Referencial Curricular Nacional 1998, vol. 3, p. 138)
Leitura
Por meio do incentivo e do acesso aos livros pelo manuseio, pela leitura ou contação de histórias, a criança cria o hábito e o apreço pela leitura e também desperta o interesse pela escrita. Considerase, pois, que a criança que tem contato com a literatura desde cedo, lendo ou ouvindo histórias, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende a pronunciar melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores, além de favorecer familiaridade com o mundo da escrita. E mais: a leitura de histórias é uma rica fonte de aprendizagem de novos vocabulários. Embora a criança ainda não saiba ler, ouvir um texto já é uma forma de leitura.  

A escrita nos anos iniciais
Ferreiro e Teberosky (1999) ressaltam que entre as propostas metodológicas e as concepções infantis, existe uma distância que pode medir-se em termos do que a escola ensina e do que a criança aprende. O que a escola pretende ensinar nem sempre coincide com o que a criança consegue aprender. Nas tentativas de desvendar os mistérios do código alfabético, o docente procede passo a passo, do que ele considera simples ao complexo, fragmentando todo o processo de aquisição da língua escrita. Essa forma que a escola vem “ensinando” a escrever, desconsidera todo o processo de construção da criança, que na verdade, para adquirir o código alfabético, reinventam a escrita, a sua maneira. Isso porque a escrita é um processo de construção pessoal, e não uma mera cópia de um modelo externo.
O professor tem que oportunizar ao aluno a promoção da aprendizagem, respeitando assim a sua individualidade, pois o aluno cria suas próprias hipótese em relação ao objeto do conhecimento. As crianças precisam ser participantes ativos do processo de leitura e escrita, pois nas idades de quatro a seis anos, já possuem conhecimentos lingüísticos que lhes permitem interpretar as informações vinculadas com a leitura. Portanto, é importante deixá-las escreverem, mesmo que seja em um sistema diferente do convencional de escrita (o alfabético), não para que ela crie o seu próprio sistema de escrita, mas para que ela possa descobrir que o seu sistema de escrita não é o convencional e encontre razões válidas para substituir suas próprias hipóteses pelas dos adultos

Comentário pessoal
Na educação infantil não utilizamos linguagem formal, devemos utilizar uma linguagem que seja compreensiva na faixa etária. No entanto não deve se negar palavras científica. Exemplo: se em alguma atividade precisar utilizar uma dessas palavras, utilizaremos e explicamos o seu sentido.
            Se for escrever tem que usar linguagem formal, mas devemos conduzir para que eles coloquem esses conectivos, direcionando para que eles percebam que existem esses conectivos. Pois a linguagem estar em desenvolvimento.
            A criança estiver mergulhada nas atividades de escrita, usando a linguagem escrita com interlocutores, posteriormente a criança se apropriará de uma linguagem escrita significativa. Cabe ao professor criar todas as condições para que as crianças possam se apropriar da escrita até a produção autônoma de texto. O papel do professor é da maior importância, pois é ele o responsável pela meditação, interação e interlocução devendo proporcionar atividades para que ocorram elaborações individuais.
            É o professor quem precisa criar motivos para a realização da linguagem escrita: a criança precisa encontrar, para escrever, as mesmas razões que encontra para falar. Esta prática com a linguagem não pode se restringir a exercícios repetitivos, nem a listagens e nomenclaturas. É o professor quem precisa criar motivos para a realização da linguagem escrita: a criança precisa encontrar, para escrever, as mesmas razões que encontra para falar. Esta prática com a linguagem não pode se restringir a exercícios repetitivos, nem a listagens e nomenclaturas.
            O trabalho sempre tem que ser norteador, desde os textos orais que a criança produz e que o professor transcreve para mostrar até a direção da escrita e as correspondências da oralidade, até os textos autônomos nos quais a criança deve fazer presente sua própria voz, seus pontos de vista, suas opiniões, enfim, a linguagem na sua dimensão discursiva. O educador deverá está atento a forma que vai apresentar a criança as letras e os sons, de modo que a mesma entenda que a fala não está ligada apenas as silabas.
            Por isso, seja na pré-escola, ou na primeira série, as primeiras atividades com a linguagem devem promover, através da oralidade, o resgate da história e da vivência da criança. Paralelamente, através de atividades com a escrita e a leitura, primeiramente feita pelo professor, a criança é mergulhada, aos poucos, no mundo da escrita. O trabalho com a linguagem deve se desenvolver sobre três eixos, em perfeito entrosamento e harmonia: a oralidade, a leitura e a escrita. Esta divisão é apenas didática, pois são atividades entrosadas.
            Todas as atividades de escrita, na escola, devem ter em mira a produção de textos. Não de textos artificiais, mas de textos com alguma função, textos que dizem algo a alguém. Não basta que o aluno preencha linhas e junte sentenças. É preciso que, mesmo ainda não dominando a convenção da escrita, o aluno produza textos significativos desde os primeiros tempos escolares. Para isso, é preciso que o interlocutor, nas situações de escrita, seja abstrato ou imaginado. Quando o aluno escreve um texto para alguém ler, a significação deste texto é mais facilmente conseguida.
Trabalho apresentado por  Maria Lucicleide Rocha Dantas


O Pacto Nacional pela Alfabetização

       O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental.
Alfabetização
       Aos oito anos de idade, as crianças precisam ter a compreensão do funcionamento do sistema de escrita; o domínio das correspondências grafofônicas, mesmo que dominem poucas convenções ortográficas irregulares e poucas regularidades que exijam conhecimentos morfológicos mais complexos; a fluência de leitura e o domínio de estratégias de compreensão e de produção de textos escritos.
No Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, quatro princípios centrais serão considerados ao longo do desenvolvimento do trabalho pedagógico:
1. O Sistema de Escrita Alfabética é complexo e exige um ensino sistemático e problematizador;
2. O desenvolvimento das capacidades de leitura e de produção de textos ocorre durante todo o processo de escolarização, mas deve ser iniciado logo no início da Educação Básica, garantindo acesso precoce a gêneros discursivos de circulação social e a situações de interação em que as crianças se reconheçam como protagonistas de suas próprias histórias;
3. Conhecimentos vindos das diferentes áreas podem e devem ser apropriados pelas crianças, de modo que elas possam ouvir, falar, ler, escrever sobre temas diversos e agir na sociedade;
4. A ludicidade e o cuidado com as crianças são condições básicas nos processos de ensino e de aprendizagem.
Dentro dessa visão, a alfabetização é, sem dúvida, uma das prioridades nacionais no contexto atual, pois o professor alfabetizador tem a função de auxiliar na formação para o bom exercício da cidadania. Para exercer sua função de forma plena é preciso ter clareza do que ensina e como ensina. Para isso, não basta ser um reprodutor de métodos que objetivem apenas o domínio de um código linguístico. É preciso ter clareza sobre qual concepção de alfabetização está subjacente à sua prática.
Para conhecer melhor o Pacto
As Ações do Pacto apoiam-se em quatro eixos de atuação:
1. Formação continuada presencial para os professores alfabetizadores e seus orientadores de estudo;
2. Materiais didáticos, obras literárias, obras de apoio pedagógico, jogos e tecnologias educacionais;
3. Avaliações sistemáticas;
4. Gestão, mobilização e controle social.
Materiais Didáticos
    Um dos eixos estruturantes do Pacto, o eixo Materiais Didáticos e Pedagógicos é composto por conjuntos de materiais específicos para alfabetização, tais como:
  • Livros didáticos (entregues pelo PNLD) e respectivos manuais do professor;
  • Obras pedagógicas complementares aos livros didáticos e acervos de dicionários de Língua Portuguesa (também distribuídos pelo PNLD);
  • Jogos pedagógicos de apoio à alfabetização; obras de referência, de literatura e de pesquisa (entregues pelo PNBE);
  • Obras de apoio pedagógico aos professores;
  • Jogos e softwares de apoio à alfabetização.
Além de novos conteúdos para alfabetização, também foi previsto o aumento da quantidade de livros e jogos entregues às escolas, pois cada turma receberá um acervo, podendo criar uma biblioteca acessível a crianças e professores na própria sala de aula.

AUTORA: FLÁVIA MUNIZ
A FESTA DO JABUTI
A festa do jabuti
O jabuti fez aniversário e distribuiu convites para a bicharada.
BICHOS DA FLORESTA,
 VENHAM COMEMORAR COMIGO O MEU ANIVERSÁRIO!
LOCAL: CLAREIRA DO CARVALHO
DATA: 21-03
HORÁRIO: ÁS 19:00 HS
TRAJE: DE BICHO MESMO
ENTRE NESTA ESTA!
VAMOS NOS DIVERTIR MUITO!
Os convidados chegaram no dia e hora marcados. Estava tudo muito animado e divertido. Porém a confusão começou quando o jabuti serviu carne, frutas doces, verduras e legumes. Os bichos começaram a reclamar de tudo:
O galo queria petiscos de milho;
O jacaré pediu peixe;
O leão não gostou da bebida;
O rato pediu queijo;
O macaco perguntou pelas bananas;
O coelho queria cenoura;
O tamanduá pediu formiga;
A girafa queria folhas;
E as queixas não paravam. Protestava a coruja, o sapo, o passarinho e até o elefante.
O jabuti não estava mais aguentando aquela confusão e resolveu dar um basta!
Então o jabuti falou assim:
__ É a minha festa e a comida que tem é esta. Se vocês não estão satisfeitos, vão reclamar na casa do prefeito.
      E da próxima vez faremos um trato: os enjoados que tragam seu prato!

O texto á cima será trabalhado com os alunos do primeiro ao quarto ano e será trabalhado a partir de uma sequencia didática
No primeiro momento será realizada a leitura: O aniversário do Jabuti
No segundo momento será feito um levantamento prévio do conhecimento dos alunos, o que eles sabem sobre animais e aniversário.
No terceiro analisaremos a lista de convidados, onde serão explorados os nomes próprios, letras maiúsculas e minúsculas e diferentes tipos de listas (lista de feira, de material escolar).
No terceiro será feito a produção do convite, a partir deste podemos trabalhar: horas, datas e local (rua, bairro, cidade e país).

Referências:
portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Profa/guia_for_1
pnaicfraiburgo.blogspot.com/22 de abr de 2015
www.brasil.gov.br › Educação › 2015 › 01